Música do projecto

Este espaço tem uma música, composta pelo Luís Martins. Alegria na participação!

 

Benvinda Abrantes e Joaquim Félix – “Beijo dos namorados”

Benvinda Abrantes e Joaquim Félix – “Beijo dos namorados”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1395

Gravado em Santo Amador, a 25 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Coro Masculino e Coro Feminino da Casa do Povo da Amareleja – “Amareleja bela tem lindos olhos”

Coro Masculino e Coro Feminino da Casa do Povo da Amareleja – “Amareleja bela tem lindos olhos”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1397

Gravado na Amareleja, a 26 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Isabel Machado – “Ganhão”

Isabel Machado – “Ganhão”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1392

Gravado em Largo dos Quartéis, em Moura, a 24 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Grupo Coral Feminino da ADASA – “Há no Alentejo”

Grupo Coral Feminino da ADASA – “Há no Alentejo”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1399

Gravado em Santo Amador, a 26 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Grupo de amigos a cantar o Alentejo – “Adeus que me vou embora”

Grupo de amigos a cantar o Alentejo – “Adeus que me vou embora”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1020

Cantadores: Rui Ramos (alto), Luís Linhas Roxas (Ponto), Vicente Graça, Hélder Palma, José Andaluz

Gravado em Moura, no Bairro da Mouraria, a 25 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Documentário – A Igreja de Filadélfia e a Integração da Comunidade Cigana

Um documentário que insere o espectador no cenário cultural e social da comunidade cigana de Moura e que revela a influência do culto religioso no quotidiano das famílias. O “culto”, designação atribuída à celebração da Eucaristia, incentiva a uma maior aproximação à sociedade alterando a significação e o sentido da vida das comunidades ciganas.

Através do projecto Comunicação Comunitária para relação com os Media a ADCMoura procurou dotar a comunidade cigana do concelho de conhecimentos sobre técnicas de informação específicas para um contacto e envolvimento eficazes com a comunicação social.

O projeto Comunicação Comunitária para relação com os Media, é financiado pelo Fundo de Apoio à Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (FAPE) e é gerido pelo Alto Comissariado para as Migrações (ACM) com o apoio do Governo de Portugal.

Stéphane Ramos (ADCMoura)

YouTube: Documentário – A Igreja de Filadélfia e a Integração da Comunidade Cigana (https://youtu.be/JtIKnfT24uA)

Povo que ainda canta no Baixo Alentejo

Também Moura, através de 4 dos 45 filmes realizados no âmbito da iniciativa “Moura a gostar da sua música e dos seus músicos“, promovida pela ADCMoura, integra este episódio dedicado ao Baixo Alentejo, exibido ontem à noite, 18 de Junho de 2015, na RTP2.

Foi o 22º de um conjunto de 26 episódios da série documental “O povo que ainda canta“, realizada por Tiago Pereira.

Diz-se, na sua apresentação:

“Mondadeira alentejana vai mondando e vai cantando cantigas aos seus amores.” Na monda, na ceifa, para “passar mais depressa a hora” ou para fazer esquecer a fome, entre mulheres e entre homens, o cante tem raízes profundas e mantem-se até hoje com um fulgor e imponência crescentes. Neste episódio da série “Povo que Ainda Canta”, mais do que de conversas ou entrevistas, é através das paisagens do Baixo Alentejo e das letras das modas que mergulhamos nas origens desta tradição musical tão enraízada quanto viva. A ligação telúrica ao Alentejo está presente de forma transgeracional”.  in http://media.rtp.pt/opovoqueaindacanta/episodios/baixo-alentejo/

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Taberna do Estevão

TABERNA DO ESTEVÃO, Praça Sacadura Cabral, 40

Na década de 70 do século passado, até onde a memória alcança, a taberna passou pelas mãos de Manuel Leal e José Manuel Risco, mais conhecido por “Romanisco”, o primeiro a ter frangos assados em Moura.

Chegou depois, em 1988, Estevão José Nogueira, que a baptizou de Café Caçador, por se reunirem ali os caçadores antes e depois das caçadas.

O Estevão manteve-se ao leme até hoje, salvo o interregno em que o espaço se transformou em cibercafé por iniciativa de Jorge Liberato, sobrinho do “Romanisco”.

Nesta nova existência, volta a ser taberna, a taberna do Estevão.

Debaixo da arcada, a clientela é fiel e exclusivamente masculina. E com uma coisa em comum: gosta de vinho mais do que qualquer outra coisa e da animação que anda associada.

Entre os indefectíveis, encontramos o Luís Turíbio (“Estilhaço”) no acordeão, Zeca Canudo no reco-reco, mais o Ferro, o Carlos Chouriço, o Manuel Lucas e os irmãos Galante que se ocupam das vozes.

Filipe Sousa

Grupo de amigos a cantar o Alentejo – A palavra Saudade

Grupo de amigos a cantar o Alentejo – “A palavra Saudade”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1022
Gravado em Moura, a 25 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

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Dia Internacional do Fascínio das Plantas na Horta Comunitária de Moura

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A ADCMoura – Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura e o Jardim de Infância do Sete e Meio, com o apoio da Câmara Municipal de Moura e da União de Freguesias de Moura e Santo Amador, promovem uma iniciativa de dinamização da HORTA COMUNITÁRIA DE MOURA, a realizar no dia 18 de Maio de 2015, a partir das 10.00 horas (rua das Hortas, bairro do Sete e Meio, Moura), a propósito do terceiro Dia Internacional do Fascínio das Plantas, que se celebra nessa data sob a égide da European Plant Science Organisation (EPSO).

Num ambiente que se pretende informal e de confraternização, o evento tem como objectivo despertar os mais novos para a importância das plantas na agricultura, na produção sustentável de alimentos, na saúde humana e na conservação do meio ambiente, através do contacto directo com as espécies hortícolas e com as espécies aromáticas e medicinais existentes na Horta Comunitária de Moura e que serão a base das seguintes actividades a realizar: histórias e adivinhas sobre plantas, provas de aromas e sabores das plantas e plantação, pelas crianças, de espécies envasadas.

No final será oferecido um lanche aos participantes. Contamos consigo. A sua participação é muito importante.

 

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Barbearia Rola

BARBEARIA ROLA, Praça Sacadura Cabral, 39

Foi o pai, José Rola, que abriu as portas da barbearia, em 24 de Agosto de 1933. António Rola, nascido sete anos depois, seguiu-lhe as pisadas, mal terminou a quarta-classe. Até hoje.

Orgulha-se das ferramentas de barbeiro, guardadas em duas redomas, herdadas do seu iniciador. Podem ver-se pentes, tesouras, pincéis e navalhas de barbear, máquinas manuais e eléctricas de cortar cabelo, escovas, espanadores, pedras hume, lápis hemostático…

Com estes apetrechos e com os que usa actualmente já aparou cabelo, barba e bigode a muitos médicos, engenheiros e até presidentes de Câmara.

Por falar em “tesouras”, foi jogador de futebol de 1958 a 1964, na posição de “interior esquerdo” e sempre ao serviço do Moura Atlético Clube, sagrando-se campeão distrital na temporada de 1958-1959. Como atesta a fotografia exposta na barbearia, militavam nessa equipa, treinada por Rana, velhas glórias do MAC, como José Costa, Broncas, Garcez, Joca Costa, Nita, Bento Abril, Aníbal, Santa Maria, César, José Serra e, claro, o próprio Tói Rola.

Além de futebolista, foi, e continua a ser, um exímio jogador de Damas. Formando equipa com Aires Oliveira, David Palminha e Manuel Serrão, em representação do Centro Recreativo Amadores de Música Os Leões, conseguiu alcançar um segundo e terceiro lugares no campeonato promovido pelo INATEL. Outra fotografia, com os quatro jogadores mourenses, assinala a conquista deste último título na Foz do Arelho, em 2001.

O gosto pelo jogo de Damas transparece ainda num desenho emoldurado, datado de 1972 e assinado pelo artista mourense Álvaro Fialho (1914-1992). Mostra-nos o António Rola a medir forças com o José Manuel Garrido, já falecido, no antigo café Peninsular, hoje balcão do BPI.

Com este apego à modalidade, não surpreende a existência de um tabuleiro de jogo na barbearia, que, volta e meia, ganha vida, entre um corte e outro de cabelo. Vai uma partida?

Filipe Sousa

Hotel Santa Comba, bica de Santa Comba e casa das Nunes
Hotel Santa Comba, bica de Santa Comba e castelo de Moura
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Mercearia da Zélia

MERCEARIA DA ZÉLIA, Praça Sacadura Cabral, 36

Foi drogaria e venda de cereais secos. Foi oficina de bicicletas pedaleiras. Foi loja de fazendas e representação comercial de uma conhecida marca de máquinas de costura. E é a mercearia da Zélia desde 1977.

Durante 25 anos, aqui funcionou a bilheteira do expresso Moura-Lisboa. Mantem-se no entanto como ponto de venda para os que optam por viajar de autocarro para as principais cidades de França e Suiça.

Há queijos e linguiças belíssimos. Também a não perder, no tempo próprio, as azeitonas caseiras das variedades cordovil, galega de Borba e da rara judiaga.

Destaque para as prateleiras de madeira e para o pavimento de mosaicos hidráulicos produzidos em Moura na fábrica, já desaparecida, do sr. Reganha (actual edifício contíguo ao do Centro de Emprego – nºs 6 e 4A da Rua das Forças Armadas), onde trabalhou o pai da Zélia.

 

Filipe Sousa

Há Poesia na Horta, para celebrar a Primavera!

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A ADCMoura e a Escola do 1º ciclo do Sete e Meio, com o apoio da Câmara Municipal de Moura e da União de Freguesias de Moura e Santo Amador, a propósito do Dia da Árvore e da Floresta e do Dia Mundial da Poesia, que se celebram a 21 de Março, têm o prazer de convidá-lo/a a participar numa iniciativa de dinamização da HORTA COMUNITÁRIA DE MOURA, a realizar no dia 20 de Março de 2015, a partir das 10.00 horas (rua das Hortas, bairro do Sete e Meio, Moura).
Contamos consigo.
Como aperitivo, ficam para já dois poemas de Cecília Meireles, em:
http://ruadashortas.blogspot.pt/…/poesia-na-horta-para-cele…

No ano passado já houve. Foi assim.

Curso Prático “Comércio on-line | Como criar e manter uma loja na internet”

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Para as empresas existentes ou em vias de constituição, e sobretudo para as localizadas no interior do país, como é o caso de Moura, o comércio electrónico pode representar mais e melhores oportunidades de alcançar novos mercados, num ambiente mais ou menos globalizado, de acordo com as possibilidades, necessidades e expectativas dos/as empreendedores/as, e com custos operacionais menores aos exigidos no comércio desenvolvido em espaços físicos.

O curso confere ferramentas e competências para construção de uma loja online, prática simulada e aplicação a projectos concretos dos participantes e certificado de participação no curso.

A sessão de apresentação, gratuita (mas requerendo inscrição), tem lugar a 14 de março, entre as 15 e as 16 horas. As demais 10 horas, para quem quiser frequentar o curso, realizar-se-ão em horário a definir com os participantes, para um conjunto mínimo de 8 pessoas.

Informação adicional aqui.

Ficha de inscrição aqui.

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos: José Ferreira

24 Junho de 2014

Moura a gostar da sua música e dos seus músicos continua com a cabeça na mesma nuvem. A nuvem da música electrónica.

Continua também sob o clarão dos projectores que desfazem as sombras da noite e expõem o claustro do convento do Carmo até aos recônditos mais ocultos.

O cruzamento dos dois focos de luz encontra o músico convidado, José Infante Ferreira, à espera do sinal do Tiago para avançar. Silêncio. Claquete. Música.

Ao silêncio monástico sucedem-se ecos, ressonâncias, reverberações, que, por instantes, convocam até nós os passos dos cavaleiros de  S. João de Jerusalém sobre este mesmo chão há mais de oitocentos anos. Se aqui estivessem, juntar-se-iam à rave ou será que nos mandariam para os quintos do inferno com o fio das suas espadas?

Rimos para dentro com a primeira hipótese e estremecemos por fora com a segunda tal qual a borboleta que agora bate as asas, atraída pela luz, e solta ondas de choque no delicado equilíbrio de forças da noite.

Depois do arroubo, fica o calor no ar, que não combina com a fonte seca do claustro.

O que vale é que temos encontro marcado com umas imperiais no cimo da avenida.

Filipe Sousa

 

Ficha Técnica
José Ferreira
Moura / Convento do Carmo// 23.00 // gravações
Música electrónica

Alinhamento
Klã

Realização
Tiago Pereira

Som
Telma Morna

Fotografia
ADCMoura

Produção
ADCMoura

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Taberna do Liberato

TABERNA DO LIBERATO, 2ª Rua da mouraria, 3

As mais antigas memórias falam da existência de uma cavalariça neste espaço. O primeiro alvará da taberna é concedido a Manuel Leal, em 1946. A partir de 1953, será taberneiro António José Condeça, mais conhecido por Cantarinho, que dará nome ao espaço durante muitos anos.

Foi um dos primeiros estabelecimentos a ter água canalizada na Mouraria, embora de um depósito abastecido por cantarinhos de água que o proprietário pedia aos clientes para trazerem da bica de Santa Comba. Daí o epíteto. Em 1971, a taberna passa para as mãos de José Manuel dos Reis. No ano seguinte, o taberneiro é Manuel Liberato Moita dos Reis.

Em 1989, sucede-lhe o filho, Jorge Carmo Teles dos Reis, que a torna um caso de sucesso no panorama da animação e restauração da cidade de Moura e arredores.

Trata-se de um espaço com um ambiente muito especial, onde se misturam petiscos com provas de vinhos, tertúlias com sessões de poesia, anedotas com cante alentejano e concertinas. A clientela é ecléctica e bem disposta, com personagens típicas do bairro e outras, por vezes, de bem longe, atraídas pela fama da casa. Algumas são figuras públicas, gente da televisão e da política, como atestam as fotografias expostas nas paredes da taberna.

Desdobrando-se em múltiplos papéis, o Jorge é bastonário da Ordem dos Taberneiros, dirigente do Moura Atlético Clube, animador turístico, divulgador das tradições, da gastronomia e das produções agro-alimentares, especialmente do tinto alentejano, e um embaixador de Moura sem igual, como prova a legião de fãs da sua página de facebook .

Além de vinho tinto e de comida, gosta de música, de animais, de ser mourense e de viver no bairro da Mouraria. Não gosta de coca-cola, de hambúrgueres, de comida que não tenha a ver com a gastronomia e a cultura tradicionais, e de… garrafas vazias.

Os seus olhos dizem que não é alentejano de coração mas de alma, porque o coração morre e a alma fica.

Filipe Sousa

Hotel Santa Comba.recepção
Hotel Santa Comba. fachada
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Hotel Santa Comba.4
Hotel Santa Comba
Hotel Santa Comba, bica de Santa Comba e casa das Nunes
Hotel de Santa Comba – sala de refeições
Hotel de Santa Comba – sala de refeições.3
Hotel de Santa Comba – sala de refeições.2
Vista d castelo de Moura e da bica de Santa Comba a partir da 1ª rua da Mouraria.1
Casa das Nunes (nº 4 da Rua da Vista Alegre)
Bica de Santa Comba e Casa das Nunes
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Bica de Santa Comba.2
Bica de Santa Comba.1
Moura.Vista da banda de oeste.Duarte d’Armas, 1509.

Hotel Santa Comba

HOTEL SANTA COMBA, Praça Sacadura Cabral, nº 34 A

É o fonduq da Mouraria desde 2004, ocupando o primeiro andar de uma antiga residência senhorial que pertenceu aos morgados Cordovil.

Com o desaparecimento do último morgado, Francisco José Cordovil Caldeira Castel-Branco (1848-1909), a posse do edifício transita da família Cordovil para o casal Carapeto: Feliciana Carapeto e António José Lebre Carapeto.

Os irmãos José e António Pato são os proprietários que se seguem do conjunto edificado, cabendo ao primeiro a criação e gestão do hotel. Dispõe de doze quartos. Destaque para o tecto da sala onde são servidos os pequenos-almoços.

Além do hotel, constituem o imóvel os espaços comerciais do rés-do-chão: do Restaurante Intercontinental (início da Terceira Rua da Mouraria) à Barbearia Rola (nº 39 da Praça Sacadura Cabral).

O nome do hotel, relacionado com a bica de Santa Comba existente nas proximidades, alude à mártir cristã morta em França, na cidade de Meaux, no ano de 273: ao não aceitar renegar a sua fé nem desposar o filho do imperador Aureliano, Comba ou Columba acaba decapitada por sentença deste.

Uma série de acontecimentos miraculosos associados ao seu martírio contribui, a partir do século VI, para que o culto a Santa Comba se expanda por toda a Gália.

Daí estende-se à Hispânia, destacando-se, a partir do século VIII, como um dos elementos agregadores da resistência cristã à autoridade do califado de Córdova. O exemplo da mártir desperta outras Combas a abraçarem iguais histórias de heroísmo.

A mais célebre é vivida por uma monja beneditina do mosteiro de Tábanos, perto de Córdova, condenada à morte em 853 por desafiar a autoridade e religião islâmicas. O seu corpo decapitado lançado ao Guadalquivir é posteriormente encontrado intacto. E assim nasce a devoção a Santa Comba de Tábanos.

Em Portugal, encontramos variantes locais deste culto sobretudo a norte do Mondego, como Santa Comba Dão, Santa Comba da Serra ou Santa Comba de Basto.

Quanto a Moura, sabe-se que existiu, anterior a 1891, ano da reconstrução da bica, uma ermida consagrada a Santa Comba. No âmbito da campanha de obras da fortificação moderna de Moura (séculos XVI-XVIII), o templo foi demolido para dar lugar às casas do corpo da Guarda Principal, em frente à antiga porta do Carmo. O sítio é hoje ocupado pelo edifício conhecido por casa das Nunes (nº 4 da Rua da Vista Alegre).

Abastecida por uma das três nascentes que brotam no recinto do castelo de Moura e encimada pela estátua da mártir, a bica de Santa Comba situa-se no mesmo local do tanque recolector desenhado por Duarte d’Armas, em 1509 (ver Livro das Fortalezas, fac-simile do ms. 159 da Casa Forte do ANTT, fl. 9).

Filipe Sousa

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos: André Ferreira

24 Junho de 2014

A música electrónica tem também lugar reservado no Moura a gostar da sua música e dos seus músicos. A abrir duas peças performativas de André Infante Ferreira sob o alter ego de Goran Titol. Os títulos não poderiam ser mais inusitados: Lago do amor onde os ovos são postos e Convenção das cebolas azuis.

Ambas gravadas no cenário improvável do convento do Carmo, ou do que resta dele, numa fusão arrojada entre o passado e o futuro.

Em busca do fio da história, percorremos corredores devolutos à luz da lanterna até desembocarmos no claustro, o palco das gravações. Ao centro, o pátio interior tomado pela vegetação e no centro deste a silhueta de uma palmeira.
Descarregado o material, improvisa-se um par de mesas para receber os instrumentos deste concerto surreal: computadores, videoprojector, sampler, mesa de mistura.

Dois projectores de luz e as imagens de vídeo sincronizadas com a música resgatam das trevas as colunas em fundo cobertas de heras. Fazendo brilhar os olhos das osgas turcas que se passeiam pelas paredes.

O ambiente é de puro onirismo, e a dado momento temos todos a sensação de que andam fadas e duendes à solta no claustro encantado.

Filipe Sousa

 

Ficha Técnica
André Ferreira
Moura / Convento do Carmo// 22.00 // gravações
Música electrónica

Alinhamento

Lago do amor onde os ovos são postos
Convenção das cebolas azuis

Realização
Tiago Pereira

Som
Telma Morna

Fotografia
ADCMoura

Produção
ADCMoura

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Café Alvorada (mais conhecido por Café do Tói Maria)

CAFÉ ALVORADA (mais conhecido por CAFÉ DO TÓI MARIA)
Praça Sacadura Cabral, nº 36A

António Valente e Isabel Horta, marido e mulher, revezam-se atrás do balcão desde 1985, já lá vão trinta anos, servindo cafés e copos de vinho aos clientes habituais. No Verão entram em cena as “minis”.

A história do espaço como café começa a escrever-se em 1969, pela mão de João Periquito. Daí para cá, passaram por aqui Armando Ameixa (1970), Joaquim Valério “Berrinha” (1973), Joaquim Teodósio (1974) e António Martinho Valente (1976), pai do actual comerciante.

Anuncia-se à entrada a existência de dez lugares sentados. Sentados ou em pé, ao balcão, também já estiveram os políticos Paulo Portas e Narciso Miranda, jura a pés juntos um fiel à casa.

Um copo de vinho custa 30 cêntimos e uma taça anda pelos 70. Nada que seja politicamente incorrecto, tal como o póster na parede com a equipa campeã do Sporting C.P., na temporada 1970-1971, e que era constituída por Damas, Tomé, Caló, Hilário, Laranjeira, José Carlos, Lourenço, Nelson, Chico, Peres e Dinis. Para não ferir susceptibilidades, também há lembranças do S.L.Benfica e do F.C.Porto.

À saída, na fachada, pendurados dentro de um saco de plástico, três barbos comprados no mercado em frente aguardam a hora de almoço.

Filipe Sousa

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Barbearia Mamede

BARBEARIA MAMEDE, Pç. Sacadura Cabral, 37

Antes de ser barbearia, foi loja de peças de tractores agrícolas, oficina de motorizadas, casa de costureiras.

Em 1975, a barbearia que funcionava na porta ao lado (nº 38) passou para este espaço com nova gerência: os sócios Mamede Marques Hermenegildo e Joaquim José Pica.

A sociedade só se desfez em 2009, com a morte do primeiro, tinha 73 anos. Daí para cá, o Joaquim tem feito tudo para não deixar morrer o ofício que abraçou quando tinha apenas 13 anos, corria o ano de 1953.

Nesse tempo, fazer a barba custava 15 tostões e o preço do corte de cabelo dependia da escolha: “rapa”, 2 escudos, “franjinha”, 25 tostões e “despontado” (à roda), 3 escudos.

Mas não só de barba e cabelo é feito o quotidiano deste espaço, que mais parece “a carruagem de um comboio”. Há quem o eleja simplesmente para contar umas anedotas ou comentar a actualidade.

Também é sala de leitura de periódicos. A colecção de galhardetes é outro dos atractivos.

Filipe Sousa

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Mouraria de Moura, bairro com vida

Uma cidadelha dentro da cidade maior

Do alto do castelo, a Mouraria oferece-se inteira. Espraia-se por três ruas, uma travessa e um largo na zona central onde desaguam os passos dos que procuram saber mais sobre a história do bairro. Invariavelmente, convergem para o nº11, em cujo interior pode ser visto um bocal de poço do século XIV. Trata-se de um raro vestígio material do passado islâmico conservado in situ em redor do qual se organiza o pequeno núcleo do museu de Moura dedicado a esse período.

Foi precisamente do castelo, do hisn islâmico, que vieram os primeiros ocupantes da mouraria, expulsos na

André Ferreira – “Convenção das cebolas azuis”

André Ferreira – “Convenção das cebolas azuis”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1088
Gravado no Convento do Carmo, em Moura, a 24 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Amigos do Praça Forte – “Ardinita”

Amigos do Praça Forte – “Ardinita”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1085
Gravado em Moura, a 25 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Moura, encantos e recantos

No início de 2013, a ADCMoura promoveu a iniciativa “Os Bairros de Moura”, com  alunos e alunas do 8º C, do ano lectivo 2012/13. Dado os bons resultados desse trabalho, em Novembro do mesmo ano, voltámos a dinamizar uma acção com ideia base idêntica, lançando novo desafio a um grupo de cidadãos e cidadãs  para se juntarem a nós na exploração dos principais bairros da cidade de Moura.

Pretendíamos reunir um conjunto de fotografias, com diferentes perspectivas, sobre

Vádemodas – Menina Florentina

Vádemodas – “Menina Florentina”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1020
Gravado em Moura, na Taberna do Liberato, a 25 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Papoilas em Flor – Em chegando a Primavera estão os campos floridos

Grupo Coral Feminino“Papoilas em Flor – “Em chegando a Primavera estão os campos floridos”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1042
Gravado em Santo Aleixo da Restauração, a 26 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Grupo Ideal Alentejano – Há lobos sem ser na serra

Grupo Ideal Alentejano – “Há lobos sem ser na serra”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1041
Gravado em Moura, na Taberna do Liberato, a 25 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

José Pedro Cardas – “Bandoleiro” Versão dos Ciganos d`Ouro

José Pedro Cardas – “Bandoleiro” Versão dos Ciganos d`Ouro

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1025
Gravado em Santo Aleixo da Restauração, a 24 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

Grupo de amigos de Santo Amador – Açorda de Alho

Grupo de amigos de Santo Amador – “Açorda de Alho”

A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1023
Gravado em Santo Amador, a 25 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014

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Conhece o Banco do Livro Escolar de Moura?

De novo, pode encontrar, na sede da ADCMoura, um espaço dedicado ao Banco do Livro Escolar, onde poderá deixar livros escolares usados (desde que sejam recentes) e levar aqueles de que necessita, de entre os disponíveis.

Esta iniciativa decorre da participação da ADCMoura na Rede nacional do projecto REUTILIZAR – Movimento pela reutilização dos livros escolares.

Onde levantar e depositar livros?
Pç. Gago Coutinho, 3, 1º andar, em Moura (edifício do ex-grémio da lavoura)
telf. 285254931 | 967328824
adcmoura@adcmoura

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos: All Emotions Day

24 Junho de 2014

E agora algo completamente diferente, mas a que o eclectismo da Música Portuguesa a Gostar Dela Própria já nos habituou.

A bonança terá que esperar porque a tempestade vai redobrar de intensidade. Uma tempestade perfeita formada pelo rock corrosivo dos All Emotins Day. Precisando melhor, uma mistura explosiva de screamo, metal, southern rock, death metal. Um batido com estes ingredientes só pode resultar numa batida brutal, com os decibéis sempre a

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos: Luís Martins

 24 Junho de 2014

A chuva está para lavar e durar, mas agora abrandou até deixar de se ouvir na cobertura do terraço. Sentados num sofá, o Tiago e a Telma avaliam a consistência da trégua, entreolham-se, e decidem arriscar. Esta será a única gravação em casa do próprio cantautor. Chez Luís Martins, com diria Delphine, a sua cara-metade.

A água reluz no chão do terraço e espelha todos os passos dos preparativos, numa corrida contra o tempo: disposição dos microfones, afinação da viola, sound check, captação de fotografias. A trovoada ronda por perto e, já não

Luís Martins – Já houve quem nisso acreditasse

Luís Martins – “Já houve quem nisso acreditasse”
A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1017
Gravado em Moura, Alentejo, a 24 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014
Ver Diário da iniciativa.

Luís Martins é também autor da música do Espaço Participativo MOURA CIDADE E TERRITÓRIO.

Gonçalo Lampreia – Sons de Carrilhões

Gonçalo Lampreia – “Sons de Carrilhões” de João Pernambuco
A Música portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1021
Gravado em Moura no Hotel de Moura, hoteldemoura.com, a 24 de Junho de 2014
Realizaçâo: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADCMoura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23 a 27 de Junho de 2014
Ver Diário da iniciativa.

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos: Gonçalo Lampreia

24 Junho de 2014

As gravações seguem agora no Hotel de Moura, o caravançarai do Tiago, da Telma e da Rosa por estes dias.

O Gonçalo é o próximo convidado. Vem acompanhado da sua guitarra, que afina com a ajuda do tablet. O pátio, de cal branca e azul ultramarino, é o cenário escolhido para vê-lo dedilhar o primeiro tema, com o à vontade que caracteriza os virtuosos. Não há tempo a perder, porque

Brisas do Guadiana – Pastor Alentejano

Brisas do Guadiana – “Pastor Alentejano”
A Música Portuguesa a gostar dela própria | PROJECTO 1018
Gravado em Moura, Alentejo, a 24 de Junho de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna

Produção: ADC Moura | Moura a gostar da sua música e dos seus músicos, 23-27 Junho

Ver Diário da Iniciativa

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos: Brisas do Guadiana

24 de Junho de 2014

Dia de feriado municipal. A manhã conserva ainda a frescura da noite chuvosa. Está uma luz bíblica. Há nuvens bem recortadas e outras que se diluem na aguada do azul do céu. Para acabar de compor o cenário, só falta a geometria e a escala ímpares dos Quartéis. O enquadramento é perfeito para o trabalho do Tiago e da Rosa.

A Joaquina Moreira é a mais velha das “Brisas” e a primeira a aparecer. No entanto, precisará de

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos: viola no saco

23 de Junho de 2014

O Tiago Pereira (realização), a Telma Morna (som) e a Rosa Pomar (fotografia) chegam a Moura ao fim da tarde para três dias de gravações da Música Portuguesa a gostar dela própria. Iniciativa que a anfitriã ADCMoura acolhe de braços abertos e a que resolveu chamar, por empréstimo e adequação ao local, Moura a gostar da sua música e dos seus músicos.

Com prenúncio de trovões e chuva tropical no

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Moura a gostar da sua música e dos seus músicos

1.

A ADCMoura pretende desenvolver, entre 23 e 27 de Junho de 2014, uma iniciativa de promoção da música feita e tocada no concelho de Moura, em reconhecimento da diversidade e qualidade dos seus executantes e da importância que esta expressão artística assume no quotidiano e como parte do

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Livros para levar!

Graças ao protocolo entre os CTT e o Movimento de Reutilização dos Livros, de que a ADCMoura faz parte, temos à disposição de quem quiser mais cem livros nas nossas prateleiras.

Na sua grande maioria, trata-se de manuais sobre educação ou alimentação, para adultos e crianças.

É escolher e levar! E boas leituras!

 

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Livros em lugar de telefone

A primeira Mini Biblioteca Comunitária de Lisboa foi inaugurada há um mês, a 23 de Abril.
Quem participou nos Ateliês de Ideias da ADCMoura decerto se lembrará desta [ideia], nascida em Inglaterra e adoptada agora pelo Movimento de Comerciantes da avenida Guerra Junqueiro: uma antiga cabina telefónica transforma-se em biblioteca baseada no princípio de que quem leva um livro deixa outro.
Haverá por Moura, cidade ou concelho, algo aproveitável para um tal fim? Alguma outra ideia lhe ocorre, a partir desta iniciativa?
Conte connosco para fornecer livros e energia!
E, já agora, saiba que a ideia inicial surgiu, no Verão de 2009, por iniciativa de um grupo de pessoas duma aldeia com 800 habitantes, de nome Westbury-sub-Mendip (1), da região de Somerset, em Inglaterra, tendo entretanto sido replicada em muitos outros locais de Inglaterra e no mundo.

Fonte das imagens:
www.facebook.com/cabineleitura

(1) Se quiser acompanhar a história contada pelos próprios:
http://www.westbury-sub-mendip.org.uk/current/content/view/230/130/

Visita à Porta Nova, guiada por José Joaquim Chaparro, a 16 de Fevereiro

Venha conhecer a história e estórias da Porta Nova pelo olhar de um dos seus moradores e profundo conhecedor do tema: o José Joaquim Chaparro.

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Porta Nova é um topónimo que surge associado à edificação da muralha moderna de Moura, ao longo do século XVII. Por esta porta, situada na cortina entre os baluartes Alto (zona do Fojo) e da Boavista (zona de S. Francisco), saía o caminho que fazia ligação à antiga via romana que se dirigia para Sevilha. Apesar da construção de uma nova muralha

“Tendências e negócios” e “A minha cidade tem ideias”, a 22 de Janeiro

Quais são as tendências emergentes que estimulam os negócios?
Como podem as empresas explorar estas tendências?
Que novas ideias, que novas pistas podemos seguir para criar um negócio?

Se já se colocou estas questões, tendo ou não como objectivo criar/desenvolver uma iniciativa empresarial, participe no ateliê TENDENCIAS E NEGÓCIOS, que terá lugar a 22 deJaneiro de 2014, entre as 10h e as 13h, na sede da ADCMoura.

A sessão é gratuita e aberta a todas as

Visita guiada ao bairro da Mouraria, por Jorge Liberato, a 7 de Dezembro

Venha conhecer a Mouraria pelo olhar de um dos seus mais populares moradores e que dispensa apresentações: o Jorge Liberato.

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A Mouraria é um bairro vivido e afectivo. Com pessoas dentro. E onde existem barbearias, tabernas, mercearias, padarias e até um hotel. É uma cidadelha dentro da cidade maior. Uma qasbah baixa, um pequeno labirinto de ruas e emoções onde nos perdemos com

Financiamento colectivo de projectos (Crowdfunding) | Oficina Temática, a 11 de Novembro

Crowdfunding! Diz-lhe alguma coisa? Talvez não conheça a palavra, mas se calhar já ouviu falar de projectos que são financiados através da comparticipação de muitas pessoas, interessadas em apoiar uma boa ideia mesmo que não conheçam quem a promove.

Se o tema lhe interessa, participe nesta Oficina Temática, que vai realizar-se na ADCMoura, no próximo dia 11 de Novembro, das 9.30 às 13 horas. Inscreva-se, em custos, aqui ou pelos meios

Geocaching: lazer ou turismo? – Oficina Temática, a 6 de Novembro

Já ouviu falar de geocaching? Sabe que este jogo de caça ao tesouro, tido como actividade de lazer por quem o pratica, é simultaneamente um recurso turístico e uma forma de promover o território?

Quer vir descobri-lo connosco, no próximo dia 6 de Novembro, quarta-feira, à tarde? Inscreva-se, gratuitamente, aqui ou pelos meios indicados em baixo.

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Ramal Moura_Pias, onde há 11 caches (fonte: www.geopt.org)

Geocaching é uma atividade ao ar livre que conjuga o contacto com a Natureza e as novas tecnologias. É a verdadeira caça ao tesouro do

Vou criar um negócio. E agora? | Oficina Temática, a 31 de Outubro

Que passos são necessários para criar um negócio? Esteja ou não a pensar concretizar uma iniciativa empresarial, quer aproveitar para saber mais sobre este assunto?

Se sim, não perca esta Oficina Temática, a ter lugar na ADCMoura no próximo dia 31 de Outubro, quinta-feira, entre as 14h e as 18h. Inscreva-se aqui ou pelos meios apresentados em baixo.

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O Ricardo Bilro, com quem já tivemos o prazer de aprender sobre aspectos importantes da divulgação de um negócio na Internet, traz-nos agora

Visita ao bairro de Salúquia, guiada por Jorge Caraça, a 26 de Outubro

Quer conhecer melhor os recantos e as histórias do bairro de Salúquia, sob o olhar de quem o habita?

Moura tens quatro bairros
Porta nova é uma alegria
Na Salúquia a mocidade
No Sete e Meio a saudade
De abraçar a Mouraria.

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A quadra, retirada de um poema de José Pires e posteriormente adaptada para a moda imortalizada pelo Grupo Etnográfico do Ateneu Mourense, “Se fores ao Alentejo dá-lhe um beijo”,  dá o mote para um conjunto de visitas aos referidos 4 bairros de Moura: Porta Nova, Salúquia, Mouraria e Sete-e-Meio.

O primeiro Bairro a ser (re)visitado é o de Salúquia, no próximo sábado, 26 de Outubro, com partida às 10h. O guia de serviço é Jorge Caraça, morador e profundo conhecedor desta

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Horta Comunitária de Moura: dois anos de projecto colaborativo

Há dois anos, arrancava o projecto da Horta Comunitária de Moura, com uma acção de formação de 480 horas para 12 formandos, decorrida entre Outubro de 2011 e Fevereiro de 2012.

Depois disso, muito aconteceu: visitas de estudo a outras hortas, actividades com escolas durante a Semana Educativa, ateliês para crianças e jovens em ATL de Verão, workshops ligados à agricultura biológica e à recolha e conservação de sementes, almoços com parceiros em projectos, iniciativas colectivas de limpeza do tanque e de caiação do muro e até uma sessão de poesia. Um regulamento de Utilização, um Plano de Exploração colectivo e um Guia de Utilização da Horta Comunitária foram produzidos. De tudo se dá conta no blogue da horta, em www.ruadashortas.blogspot.pt, nascido e mantido a par da horta.

Um percurso muito interessante, de contínua aprendizagem sobre como pôr em marcha um projecto colaborativo. 

 

A caiação como património; a caiação como prática | Oficina Temática, a 29 de Outubro

Sabe certamente que a cal é a opção mais barata, saudável e adequada à pintura de casas de taipa. Quer aprender mais ou partilhar o que conhece sobre a cal e a caiação?

Inscreva-se gratuitamente nesta Oficina temática, a realizar na terça-feira, 29 de Outubro, na ADCMoura. Será oferecido um almoço volante, no alpendre do antigo Grémio de Moura, espaço que será também o objecto da parte prática da Oficina. Inscreva-se aqui ou através dos contactos em baixo.

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Usada desde tempos remotos, a cal era um dos materiais de base para a construção, em toda a zona mediterrânica. E era também usada pela maioria das pessoas, no dia a dia das suas casas, como “detergente universal”. Hoje é considerada pelos especialistas da construção sustentável como um material fundamental e de futuro: por ser ecológico, económico e a sua produção não utilizar tanta energia como o cimento e outros materiais.

A cal é também um material fundamental para a conservação das casas tradicionais, sejam elas de

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Legumes que vêm de perto; economia local que ganha!

Das hortas em torno de Moura, quantas fazem chegar legumes às nossas mesas? E tantas são as vantagens de comprar local…

Chegámos à horta de Torrejais de Baixo ao lusco-fusco, meia hora depois de partirmos da Fonte de Santa Comba, desaparecia o sol atrás das estufas onde crescem os produtos hortofrutícolas do cabaz PROVE. Quinta-feira, 10 de Outubro, no total quinze adultos e seis crianças, que se apresentaram para um agradável fim de dia com caminhada, visita à horta e petisco com tertúlia sobre as histórias da horta e as relações (algumas bem recentes!) dos presentes com Moura.

Mesmo assim, ainda pudemos confirmar a variedade e a quantidade de fruta e legumes que o Manuel e a Ana Paulino conseguem produzir naquela horta, de onde tiram o sustento que lhes permite manterem-se por Moura.

Contribuir para a geração de emprego e de rendimento locais constitui argumento importante em favor da opção por consumir produtos de proximidade, seja através do PROVE, seja no comércio local, mas há muitos outros, como, por exemplo, os menores custos e impacto ambiental com o transporte dos produtos e a redução do número (e particularmente da dimensão) dos intermediários.

A frescura dos alimentos acabados de colher, a possibilidade de conhecer o sítio donde vêm, a relação pessoal que se estabelece com quem produz… são também aspectos relevantes para quem quer consumir melhor!

E, já que falamos em sociabilidades, vale a pena realçar as que saíram fortalecidas do jantar fantástico que a Ana Paulino preparou. A repetir! Mas, na próxima, todos ajudamos!

Construção em terra: o futuro de um património + uma visão socioeconómica | 12 de Outubro, às 14.30h

Vive ou trabalha num edifício de terra, provavelmente de taipa, e já se questionou sobre a forma mais adequada para o conservar ou reabilitar? Quer aproveitar para conhecer algumas boas práticas de intervenção nestes edifícios? E, já agora, também boas experiências de inovação social usando a construção com terra?

A casa de terra crua: uma tradição construtiva, cultural e ambiental | 12 de Outubro, às 9.30h

Muitos dos edifícios da cidade e do concelho de Moura são de taipa, uma das técnicas de construção com terra crua. Gostaria de saber mais acerca deste importante património cultural do Alentejo – hoje, afinal, tão valorizado nos seus aspectos económicos, sociais e ambientais?

Pôr do Sol nos Torrejais | Moura ao café… na horta

No próximo dia 10 de Outubro, numa iniciativa reservada às famílias inscritas no Núcleo PROVE de Moura, vamos ver o PÔR DO SOL NOS TORREJAIS, na horta do Manuel Paulino (Quinta dos Torrejais de Baixo, em Moura), onde são produzidas as hortofrutícolas que recheiam os nossos belos cabazes.

Como divulgar um negócio na Internet? | Oficina Temática, a 11 de Outubro

Não há dúvidas da importância que a internet pode ter para a promoção do nosso negócio, do nosso projecto, mas nem todos sabemos tirar o melhor partido disso. É o seu caso? 

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As micro empresas podem colaborar entre si e ganhar com isso!

E em Moura, como estamos de colaboração entre pequenas empresas? Se quiser aceitar o desafio de aprofundarmos esta prática, deixe-nos a proposta. Poremos em ligação todos os que nos manifestarem esta intenção.

Hoje estou aqui e ao mesmo tempo em 3 outras feiras! – afirmou José João Rodrigues, da Casa do Sal, durante a Oficina Temática sobre Redes Colaborativas de Produção Local, realizada no

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Tendências e ideias de negócio em debate animado

Identificação de novas tendências de negócios, apresentação de ideias criativas e inovadoras bem sucedidas que poderão ser aplicadas em territórios de baixa densidade e debate em torno de ideias de negócio e propostas de valor trazidas pelos próprios participantes foram os pratos fortes do Ateliê de Ideias realizado em Moura, na sede da ADCMoura, no passado dia 9 de Setembro.

A minha cidade tem ideias | 2º Ateliê de Ideias, a 20 de Setembro

Cidade criativa: o que é?
Qual o papel de cidadãos e cidadãs na reanimação cultural, social e económica da cidade?

Redes colaborativas de produção local | Oficina Temática a 13 de Setembro às 10h

Como podem os pequenos produtores locais colaborar entre si?
Como podem as autarquias e as Associações de Desenvolvimento Local e outras apoiar as Redes Colaborativas de Produção Local?
Quem e como pode iniciar uma Rede Colaborativa de Produção Local?

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Oficina de Recolha e Conservação de Sementes Tradicionais, a 15 de Setembro, com José Mariano Fonseca

Gostaria de contribuir para a salvaguarda da biodiversidade agrícola no seu território? Para preservar as variedades tradicionais de frutas, legumes e outras plantas que de outro modo se encontrarão em grande risco de desaparecerem?

Comércio Solidário e Sustentável : Oficina Temática a 13 de Setembro às 15h

Valorizar os produtos do território – agroalimentar, artesanato, turismo… – através do funcionamento em rede e da criação de um selo de garantia? Venha saber mais sobre uma experiência que teve o seu arranque na região Centro e que começa agora a ser apropriada por outros locais.

Tendências e Negócios: Ateliê de Ideias a 9 de Setembro

Quais são as tendências emergentes que estimulam os negócios?
Como podem as empresas explorar estas tendências?
Que novas ideias, que novas pistas podemos seguir para criar um negócio?

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Troca de livros escolares usados em Moura

Reutilizar é ainda melhor que reciclar! É este o lema do BANCO DO LIVRO ESCOLAR.

Contamos com a sua participação, trazendo ou vindo buscar, gratuitamente, livros escolares usados. Estamos na Praça Gago Coutinho, nº 3, 1º andar (ex-grémio, junto ao Hotel de Moura).

Mais informação sobre esta iniciativa de âmbito nacional, de que a ADCMoura faz parte desde 2011, neste site.

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Cal na Horta Comunitária

No dia 20 de Julho, juntou-se um pequeno grupo da comunidade de hortelãos e horteloas, para caiar o muro e o tanque da Horta. Não deixe de ler o belo texto que o Filipe escreveu a propósito, no blog da horta:

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Ouvir, para fazermos melhor!

Caro/a empresário/a da cidade de Moura

Estamos a realizar um inquérito ao comércio e serviços da cidade de Moura, com o objectivo de preparar um conjunto de actividades (formação, workshops, desenvolvimento de projectos colaborativos), destinadas aos/às empresários/as aqui instalados.

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Núcleo PROVE de Moura celebra um ano

Esta semana o PROVE de Moura assinala o primeiro ano de actividade oficial!

Durante este período tivemos o privilégio de contar com a participação de 76 consumidores/as e entregámos mais de 800 cabazes de hortofrutícolas, produzidos localmente e de qualidade inquestionável.

Agradecemos a todos/as que contribuem para o sucesso deste projecto de proximidade, com a promessa de continuarmos a trabalhar diariamente para a melhoria do nosso Núcleo.

in http://adcmoura.pt/prove/?p=454

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Agir para a Igualdade

A ADCMoura acaba de publicar a narrativa da prática de construção e implementação de um Plano para a Igualdade na organização, realizado no âmbito do projecto Agir para a Igualdade (POPH 7.2).

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O guardião da horta

Entrou na horta no ano passado, por estes dias. Começou por cuidar do seu talhão e em pouco tempo já cuidava de mais dois ou três, de utilizadores que lhe confiavam a rega ou pediam outro tipo de apoio. Preferia ter trabalho acrescido, a ver as parcelas com ervas e descuidadas.

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20 anos de intervenção em Moura: cidade e território

A 14 de Junho, ao final do dia em que se realizou uma breve sessão informal de inauguração da nova sede social da ADCMoura, teve lugar uma tertúlia sobre os 20 anos de intervenção na cidade e no concelho de Moura,

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Poesia na Horta

Perfeito, perfeito, teria sido celebrar no próprio dia, o dia da árvore e da floresta, o dia mundial da poesia, o dia em que começa a Primavera. No entanto, vários tipos de compromissos assumidos anteriormente por um e outro utilizador da horta acabaram por não o permitir. Menos mal, mudou-se a celebração para o dia seguinte; mas a previsão de chuva para a tarde, algo a que não estávamos habituados este ano, diga-se de passagem, levou-nos a alterar uma vez mais os planos. Um novo convite seguiu então com a nova proposta de data: 5 de Abril. E à terceira fez-se finalmente a festa

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Observatório das comunidades ciganas

O OBSERVATÓRIO DAS COMUNIDADES CIGANAS| SOBRAL DA ADIÇA E PÓVOA DE SÃO MIGUEL . 2013 já está on-line.

Desenvolvido no âmbito do projecto ENCONTROS (Programa ESCOLHAS), neste documento faz-se a caracterização das populações ciganas das aldeias de Sobral da Adiça e Póvoa de São Miguel. Trata-se de um estudo sócio-demográfico destas comunidades com destaque para a questão da integração escolar, complementado pela descrição de aspectos culturais.

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366 dias depois, a Horta

Ao fundo da ladeira da rua das Hortas, em Moura, existe um oásis a justificar o topónimo. Um lugar aprazível, como devem ser todos os oásis, onde não faltam um tanque de água fresca…com peixes! e zonas de sombra oferecidas, nestes dias quentes de Outubro, por um chorão, um lódão-bastardo, uma oliveira, uma figueira e umas quantas romãzeiras aos doze hortelãos que o utilizam em regime de gestão comunitária.

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Crianças vão à horta do Manuel Paulino

No dia 13 de Agosto, a horta de Manuel Fernando Paulino, Produtor Agrícola do Núcleo PROVE de Moura, teve a encantadora visita de meninos e meninas da Ocupação dos Tempos Livres, da Câmara Municipal de Moura.

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Produtores/as locais entregam 1º Cabaz

Depois meses de trabalho e de algumas formações com um grupo pequenos/as agricultores/as do concelho de Moura, o dia 11 de Agosto de 2012 assinalou a comercialização oficial do Cabaz PROVE na cidade de Salúquia. Esta é mais uma iniciativa promovida pela Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura (ADCMoura), que se crê de grande utilidade e interesse comunitário.

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Hortelãos do futuro

Para mais em pleno Verão, não é habitual ver os mais pequenos, aqui em Moura ou noutro lugar, trocarem as playstations, televisão ou piscina do costume por uma manhã inusitada dedicada à agricultura e passada na horta. Não sendo habitual, vai acontecendo, o que deixa mais feliz quem acredita, como é o nosso caso, que o futuro são as crianças e as hortas, não desfazendo de outras expectativas e apostas igualmente importantes.

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Concluída formação de Mediadores/as e de Produtores/as PROVE

Após a primeira acção de formação de Mediadores/as e de Produtores/as PROVE, focada na gestão da Plataforma G.Prove, realizou-se no dia 6 de Julho a jornada final do processo formativo, com visita ao Núcleo PROVE de Évora, promovido pelo Agrupamento Monte- ACE.

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Os bairros de Moura, pelos alunos e alunas do 8ºC

“O meu bairro é o meu mundo”. Pelo menos era assim para todas a crianças em tempos já idos. Era nos bairros que elas se desenvolviam, brincavam e faziam as primeiras proezas fora da comodidade dos seus lares. Por excelência, o bairro estava instituído como o local onde se aprendia, onde se brincava e onde se conquistavam amizades de uma vida.

Turma do 8º ano da Escola Secundária de Moura participa!

As visitas por “bairros” de Moura têm como principal objectivo aumentar o conhecimento da cidade e fortalecer as ligações entre os residentes nas diversas zonas da localidade. São passeios pedestres guiados por pessoas nelas residentes, que dão a conhecer a sua perspectiva sobre a cidade, a vida no “bairro”, os principais locais de convívio e trabalho, aspectos do património construído ou cultural com relevância para que lá vivem, etc.

Para fazer deste um processo alargado, estabeleceu-se que se contactaria escolas, de modo a envolver jovens na construção inicial dos percursos e, consequentemente, na “interpretação” da sua cidade. Foram realizadas então algumas reuniões de trabalho com a Escola Profissional de Moura e a Escola Secundária com Terceiro Ciclo de Moura.

Os alunos e alunas de uma turma do 8º ano da Escola Secundária de Moura, sob coordenação da professora Lúcia Batista (Geografia), realizaram um conjunto de propostas de percursos na cidade, identificando elementos de interesse, com os quais se trabalhará para o desenho das visitas guiadas.

Núcleo PROVE de Moura: o que é e como funciona?

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Já está on-line o site do Núcleo PROVE de Moura. Informe-se, para poder fazer parte! http://adcmoura.pt/prove/

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Um ovo de Colombo chamado PROVE

Como previsto, antes de ontem decorreu em Moura a entrega simbólica dos primeiros quatro cabazes PROVE, uma iniciativa promovida pela ADCMoura e incluída no programa da XII edição da Olivomoura. No fecho do certame foram recolhidas mais doze inscrições de consumidores, o que significa que se atingiu metade do número mínimo de aderentes para tornar possível esta nova forma de comercialização em Moura, que, esperamos, se traduza num significativo contributo para a economia de proximidade e o desenvolvimento local das populações.

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A horta vai à Olivomoura

A nossa horta está na Olivomoura à procura de novos/as hortelões/horteloas.

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Cartazes e folhetos do projecto

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Apresentação pública do Núcleo PROVE de Moura

Decorreu no dia 28 de Março, no auditório da Caixa de Crédito Agrícola, o lançamento oficial do Núcleo PROVE de Moura , projecto promovido pela ADCMoura – Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura e integrado no Plano de Acção “Regeneração Urbana do Centro Histórico de Moura”, com financiamento do programa INALENTEJO.

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ESPAÇO PARTICIPATIVO – cartaz

Actividades replaneadas

A Operação “Espaço Participativo – Moura, cidade e território” decorre da experiência anterior com o projecto Empreender Mais e Melhor, financiado pelo PIC EQUAL, mais concretamente com a sua acção “Fórum Local de Prospectiva e Estratégia”, desenvolvido entre 2005 e 2007.

No seu decurso, foram desenvolvidas competências e ferramentas para a concretização de processos de planeamento participados, com vista à mobilização das populações e suas organizações locais na reflexão e acção colectiva em favor do desenvolvimento do território.

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agosto e setembro 2011 583

Uma espécie de adiafa

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