DSC01945
DSC01907
DSC01908
DSC02063

Taberna do Estevão

TABERNA DO ESTEVÃO, Praça Sacadura Cabral, 40

Na década de 70 do século passado, até onde a memória alcança, a taberna passou pelas mãos de Manuel Leal e José Manuel Risco, mais conhecido por “Romanisco”, o primeiro a ter frangos assados em Moura.

Chegou depois, em 1988, Estevão José Nogueira, que a baptizou de Café Caçador, por se reunirem ali os caçadores antes e depois das caçadas.

O Estevão manteve-se ao leme até hoje, salvo o interregno em que o espaço se transformou em cibercafé por iniciativa de Jorge Liberato, sobrinho do “Romanisco”.

Nesta nova existência, volta a ser taberna, a taberna do Estevão.

Debaixo da arcada, a clientela é fiel e exclusivamente masculina. E com uma coisa em comum: gosta de vinho mais do que qualquer outra coisa e da animação que anda associada.

Entre os indefectíveis, encontramos o Luís Turíbio (“Estilhaço”) no acordeão, Zeca Canudo no reco-reco, mais o Ferro, o Carlos Chouriço, o Manuel Lucas e os irmãos Galante que se ocupam das vozes.

Filipe Sousa

DSC01995
DSC01994
DSC02060
DSC02062
DSC01505
DSC01980

Barbearia Rola

BARBEARIA ROLA, Praça Sacadura Cabral, 39

Foi o pai, José Rola, que abriu as portas da barbearia, em 24 de Agosto de 1933. António Rola, nascido sete anos depois, seguiu-lhe as pisadas, mal terminou a quarta-classe. Até hoje.

Orgulha-se das ferramentas de barbeiro, guardadas em duas redomas, herdadas do seu iniciador. Podem ver-se pentes, tesouras, pincéis e navalhas de barbear, máquinas manuais e eléctricas de cortar cabelo, escovas, espanadores, pedras hume, lápis hemostático…

Com estes apetrechos e com os que usa actualmente já aparou cabelo, barba e bigode a muitos médicos, engenheiros e até presidentes de Câmara.

Por falar em “tesouras”, foi jogador de futebol de 1958 a 1964, na posição de “interior esquerdo” e sempre ao serviço do Moura Atlético Clube, sagrando-se campeão distrital na temporada de 1958-1959. Como atesta a fotografia exposta na barbearia, militavam nessa equipa, treinada por Rana, velhas glórias do MAC, como José Costa, Broncas, Garcez, Joca Costa, Nita, Bento Abril, Aníbal, Santa Maria, César, José Serra e, claro, o próprio Tói Rola.

Além de futebolista, foi, e continua a ser, um exímio jogador de Damas. Formando equipa com Aires Oliveira, David Palminha e Manuel Serrão, em representação do Centro Recreativo Amadores de Música Os Leões, conseguiu alcançar um segundo e terceiro lugares no campeonato promovido pelo INATEL. Outra fotografia, com os quatro jogadores mourenses, assinala a conquista deste último título na Foz do Arelho, em 2001.

O gosto pelo jogo de Damas transparece ainda num desenho emoldurado, datado de 1972 e assinado pelo artista mourense Álvaro Fialho (1914-1992). Mostra-nos o António Rola a medir forças com o José Manuel Garrido, já falecido, no antigo café Peninsular, hoje balcão do BPI.

Com este apego à modalidade, não surpreende a existência de um tabuleiro de jogo na barbearia, que, volta e meia, ganha vida, entre um corte e outro de cabelo. Vai uma partida?

Filipe Sousa

Hotel Santa Comba, bica de Santa Comba e casa das Nunes
Hotel Santa Comba, bica de Santa Comba e castelo de Moura
DSC01905
DSC01906
DSC04467
DSC02132
DSC02133
DSC01904

Mercearia da Zélia

MERCEARIA DA ZÉLIA, Praça Sacadura Cabral, 36

Foi drogaria e venda de cereais secos. Foi oficina de bicicletas pedaleiras. Foi loja de fazendas e representação comercial de uma conhecida marca de máquinas de costura. E é a mercearia da Zélia desde 1977.

Durante 25 anos, aqui funcionou a bilheteira do expresso Moura-Lisboa. Mantem-se no entanto como ponto de venda para os que optam por viajar de autocarro para as principais cidades de França e Suiça.

Há queijos e linguiças belíssimos. Também a não perder, no tempo próprio, as azeitonas caseiras das variedades cordovil, galega de Borba e da rara judiaga.

Destaque para as prateleiras de madeira e para o pavimento de mosaicos hidráulicos produzidos em Moura na fábrica, já desaparecida, do sr. Reganha (actual edifício contíguo ao do Centro de Emprego – nºs 6 e 4A da Rua das Forças Armadas), onde trabalhou o pai da Zélia.

 

Filipe Sousa

DSC01507
DSC01512
DSC01513
DSC01517
DSC03382
DSC03387
DSC01909
DSC01910
DSC01911
DSC02031

Taberna do Liberato

TABERNA DO LIBERATO, 2ª Rua da mouraria, 3

As mais antigas memórias falam da existência de uma cavalariça neste espaço. O primeiro alvará da taberna é concedido a Manuel Leal, em 1946. A partir de 1953, será taberneiro António José Condeça, mais conhecido por Cantarinho, que dará nome ao espaço durante muitos anos.

Foi um dos primeiros estabelecimentos a ter água canalizada na Mouraria, embora de um depósito abastecido por cantarinhos de água que o proprietário pedia aos clientes para trazerem da bica de Santa Comba. Daí o epíteto. Em 1971, a taberna passa para as mãos de José Manuel dos Reis. No ano seguinte, o taberneiro é Manuel Liberato Moita dos Reis.

Em 1989, sucede-lhe o filho, Jorge Carmo Teles dos Reis, que a torna um caso de sucesso no panorama da animação e restauração da cidade de Moura e arredores.

Trata-se de um espaço com um ambiente muito especial, onde se misturam petiscos com provas de vinhos, tertúlias com sessões de poesia, anedotas com cante alentejano e concertinas. A clientela é ecléctica e bem disposta, com personagens típicas do bairro e outras, por vezes, de bem longe, atraídas pela fama da casa. Algumas são figuras públicas, gente da televisão e da política, como atestam as fotografias expostas nas paredes da taberna.

Desdobrando-se em múltiplos papéis, o Jorge é bastonário da Ordem dos Taberneiros, dirigente do Moura Atlético Clube, animador turístico, divulgador das tradições, da gastronomia e das produções agro-alimentares, especialmente do tinto alentejano, e um embaixador de Moura sem igual, como prova a legião de fãs da sua página de facebook .

Além de vinho tinto e de comida, gosta de música, de animais, de ser mourense e de viver no bairro da Mouraria. Não gosta de coca-cola, de hambúrgueres, de comida que não tenha a ver com a gastronomia e a cultura tradicionais, e de… garrafas vazias.

Os seus olhos dizem que não é alentejano de coração mas de alma, porque o coração morre e a alma fica.

Filipe Sousa

Hotel Santa Comba.recepção
Hotel Santa Comba. fachada
DSC01505
Hotel Santa Comba.4
Hotel Santa Comba
Hotel Santa Comba, bica de Santa Comba e casa das Nunes
Hotel de Santa Comba – sala de refeições
Hotel de Santa Comba – sala de refeições.3
Hotel de Santa Comba – sala de refeições.2
Vista d castelo de Moura e da bica de Santa Comba a partir da 1ª rua da Mouraria.1
Casa das Nunes (nº 4 da Rua da Vista Alegre)
Bica de Santa Comba e Casa das Nunes
Bica de santa Comba.3
Bica de Santa Comba.2
Bica de Santa Comba.1
Moura.Vista da banda de oeste.Duarte d’Armas, 1509.

Hotel Santa Comba

HOTEL SANTA COMBA, Praça Sacadura Cabral, nº 34 A

É o fonduq da Mouraria desde 2004, ocupando o primeiro andar de uma antiga residência senhorial que pertenceu aos morgados Cordovil.

Com o desaparecimento do último morgado, Francisco José Cordovil Caldeira Castel-Branco (1848-1909), a posse do edifício transita da família Cordovil para o casal Carapeto: Feliciana Carapeto e António José Lebre Carapeto.

Os irmãos José e António Pato são os proprietários que se seguem do conjunto edificado, cabendo ao primeiro a criação e gestão do hotel. Dispõe de doze quartos. Destaque para o tecto da sala onde são servidos os pequenos-almoços.

Além do hotel, constituem o imóvel os espaços comerciais do rés-do-chão: do Restaurante Intercontinental (início da Terceira Rua da Mouraria) à Barbearia Rola (nº 39 da Praça Sacadura Cabral).

O nome do hotel, relacionado com a bica de Santa Comba existente nas proximidades, alude à mártir cristã morta em França, na cidade de Meaux, no ano de 273: ao não aceitar renegar a sua fé nem desposar o filho do imperador Aureliano, Comba ou Columba acaba decapitada por sentença deste.

Uma série de acontecimentos miraculosos associados ao seu martírio contribui, a partir do século VI, para que o culto a Santa Comba se expanda por toda a Gália.

Daí estende-se à Hispânia, destacando-se, a partir do século VIII, como um dos elementos agregadores da resistência cristã à autoridade do califado de Córdova. O exemplo da mártir desperta outras Combas a abraçarem iguais histórias de heroísmo.

A mais célebre é vivida por uma monja beneditina do mosteiro de Tábanos, perto de Córdova, condenada à morte em 853 por desafiar a autoridade e religião islâmicas. O seu corpo decapitado lançado ao Guadalquivir é posteriormente encontrado intacto. E assim nasce a devoção a Santa Comba de Tábanos.

Em Portugal, encontramos variantes locais deste culto sobretudo a norte do Mondego, como Santa Comba Dão, Santa Comba da Serra ou Santa Comba de Basto.

Quanto a Moura, sabe-se que existiu, anterior a 1891, ano da reconstrução da bica, uma ermida consagrada a Santa Comba. No âmbito da campanha de obras da fortificação moderna de Moura (séculos XVI-XVIII), o templo foi demolido para dar lugar às casas do corpo da Guarda Principal, em frente à antiga porta do Carmo. O sítio é hoje ocupado pelo edifício conhecido por casa das Nunes (nº 4 da Rua da Vista Alegre).

Abastecida por uma das três nascentes que brotam no recinto do castelo de Moura e encimada pela estátua da mártir, a bica de Santa Comba situa-se no mesmo local do tanque recolector desenhado por Duarte d’Armas, em 1509 (ver Livro das Fortalezas, fac-simile do ms. 159 da Casa Forte do ANTT, fl. 9).

Filipe Sousa

DSC02052
DSC01974
DSC04497
DSC01976
DSC01973
DSC04501
DSC04468
DSC04486
DSC04502

Café Alvorada (mais conhecido por Café do Tói Maria)

CAFÉ ALVORADA (mais conhecido por CAFÉ DO TÓI MARIA)
Praça Sacadura Cabral, nº 36A

António Valente e Isabel Horta, marido e mulher, revezam-se atrás do balcão desde 1985, já lá vão trinta anos, servindo cafés e copos de vinho aos clientes habituais. No Verão entram em cena as “minis”.

A história do espaço como café começa a escrever-se em 1969, pela mão de João Periquito. Daí para cá, passaram por aqui Armando Ameixa (1970), Joaquim Valério “Berrinha” (1973), Joaquim Teodósio (1974) e António Martinho Valente (1976), pai do actual comerciante.

Anuncia-se à entrada a existência de dez lugares sentados. Sentados ou em pé, ao balcão, também já estiveram os políticos Paulo Portas e Narciso Miranda, jura a pés juntos um fiel à casa.

Um copo de vinho custa 30 cêntimos e uma taça anda pelos 70. Nada que seja politicamente incorrecto, tal como o póster na parede com a equipa campeã do Sporting C.P., na temporada 1970-1971, e que era constituída por Damas, Tomé, Caló, Hilário, Laranjeira, José Carlos, Lourenço, Nelson, Chico, Peres e Dinis. Para não ferir susceptibilidades, também há lembranças do S.L.Benfica e do F.C.Porto.

À saída, na fachada, pendurados dentro de um saco de plástico, três barbos comprados no mercado em frente aguardam a hora de almoço.

Filipe Sousa

DSC01901
DSC01903
DSC02053
DSC02057

Barbearia Mamede

BARBEARIA MAMEDE, Pç. Sacadura Cabral, 37

Antes de ser barbearia, foi loja de peças de tractores agrícolas, oficina de motorizadas, casa de costureiras.

Em 1975, a barbearia que funcionava na porta ao lado (nº 38) passou para este espaço com nova gerência: os sócios Mamede Marques Hermenegildo e Joaquim José Pica.

A sociedade só se desfez em 2009, com a morte do primeiro, tinha 73 anos. Daí para cá, o Joaquim tem feito tudo para não deixar morrer o ofício que abraçou quando tinha apenas 13 anos, corria o ano de 1953.

Nesse tempo, fazer a barba custava 15 tostões e o preço do corte de cabelo dependia da escolha: “rapa”, 2 escudos, “franjinha”, 25 tostões e “despontado” (à roda), 3 escudos.

Mas não só de barba e cabelo é feito o quotidiano deste espaço, que mais parece “a carruagem de um comboio”. Há quem o eleja simplesmente para contar umas anedotas ou comentar a actualidade.

Também é sala de leitura de periódicos. A colecção de galhardetes é outro dos atractivos.

Filipe Sousa

DSC02020
DSC02146
DSC02133
DSC01921
DSC02029
DSC01914
DSC02001
DSC02023
DSC02092
DSC02087
DSC02070
DSC02073
DSC02027
DSC02016
DSC02007
DSC02000
DSC01976
DSC01523
DSC01994
DSC02131
DSC02003-1
DSC01917
DSC01934
DSC01527
DSC01940

Mouraria de Moura, bairro com vida

Uma cidadelha dentro da cidade maior

Do alto do castelo, a Mouraria oferece-se inteira. Espraia-se por três ruas, uma travessa e um largo na zona central onde desaguam os passos dos que procuram saber mais sobre a história do bairro. Invariavelmente, convergem para o nº11, em cujo interior pode ser visto um bocal de poço do século XIV. Trata-se de um raro vestígio material do passado islâmico conservado in situ em redor do qual se organiza o pequeno núcleo do museu de Moura dedicado a esse período.

Foi precisamente do castelo, do hisn islâmico, que vieram os primeiros ocupantes da mouraria, expulsos na

Moura, encantos e recantos

No início de 2013, a ADCMoura promoveu a iniciativa “Os Bairros de Moura”, com  alunos e alunas do 8º C, do ano lectivo 2012/13. Dado os bons resultados desse trabalho, em Novembro do mesmo ano, voltámos a dinamizar uma acção com ideia base idêntica, lançando novo desafio a um grupo de cidadãos e cidadãs  para se juntarem a nós na exploração dos principais bairros da cidade de Moura.

Pretendíamos reunir um conjunto de fotografias, com diferentes perspectivas, sobre

Visita à Porta Nova, guiada por José Joaquim Chaparro, a 16 de Fevereiro

Venha conhecer a história e estórias da Porta Nova pelo olhar de um dos seus moradores e profundo conhecedor do tema: o José Joaquim Chaparro.

DSC02274  DSC02284  DSC02295

Porta Nova é um topónimo que surge associado à edificação da muralha moderna de Moura, ao longo do século XVII. Por esta porta, situada na cortina entre os baluartes Alto (zona do Fojo) e da Boavista (zona de S. Francisco), saía o caminho que fazia ligação à antiga via romana que se dirigia para Sevilha. Apesar da construção de uma nova muralha

Visita guiada ao bairro da Mouraria, por Jorge Liberato, a 7 de Dezembro

Venha conhecer a Mouraria pelo olhar de um dos seus mais populares moradores e que dispensa apresentações: o Jorge Liberato.

mouraria prep 27out13 (24)

A Mouraria é um bairro vivido e afectivo. Com pessoas dentro. E onde existem barbearias, tabernas, mercearias, padarias e até um hotel. É uma cidadelha dentro da cidade maior. Uma qasbah baixa, um pequeno labirinto de ruas e emoções onde nos perdemos com

Visita ao bairro de Salúquia, guiada por Jorge Caraça, a 26 de Outubro

Quer conhecer melhor os recantos e as histórias do bairro de Salúquia, sob o olhar de quem o habita?

Moura tens quatro bairros
Porta nova é uma alegria
Na Salúquia a mocidade
No Sete e Meio a saudade
De abraçar a Mouraria.

DSC00582

A quadra, retirada de um poema de José Pires e posteriormente adaptada para a moda imortalizada pelo Grupo Etnográfico do Ateneu Mourense, “Se fores ao Alentejo dá-lhe um beijo”,  dá o mote para um conjunto de visitas aos referidos 4 bairros de Moura: Porta Nova, Salúquia, Mouraria e Sete-e-Meio.

O primeiro Bairro a ser (re)visitado é o de Salúquia, no próximo sábado, 26 de Outubro, com partida às 10h. O guia de serviço é Jorge Caraça, morador e profundo conhecedor desta

DSC01408
DSC01402
DSC01406

Legumes que vêm de perto; economia local que ganha!

Das hortas em torno de Moura, quantas fazem chegar legumes às nossas mesas? E tantas são as vantagens de comprar local…

Chegámos à horta de Torrejais de Baixo ao lusco-fusco, meia hora depois de partirmos da Fonte de Santa Comba, desaparecia o sol atrás das estufas onde crescem os produtos hortofrutícolas do cabaz PROVE. Quinta-feira, 10 de Outubro, no total quinze adultos e seis crianças, que se apresentaram para um agradável fim de dia com caminhada, visita à horta e petisco com tertúlia sobre as histórias da horta e as relações (algumas bem recentes!) dos presentes com Moura.

Mesmo assim, ainda pudemos confirmar a variedade e a quantidade de fruta e legumes que o Manuel e a Ana Paulino conseguem produzir naquela horta, de onde tiram o sustento que lhes permite manterem-se por Moura.

Contribuir para a geração de emprego e de rendimento locais constitui argumento importante em favor da opção por consumir produtos de proximidade, seja através do PROVE, seja no comércio local, mas há muitos outros, como, por exemplo, os menores custos e impacto ambiental com o transporte dos produtos e a redução do número (e particularmente da dimensão) dos intermediários.

A frescura dos alimentos acabados de colher, a possibilidade de conhecer o sítio donde vêm, a relação pessoal que se estabelece com quem produz… são também aspectos relevantes para quem quer consumir melhor!

E, já que falamos em sociabilidades, vale a pena realçar as que saíram fortalecidas do jantar fantástico que a Ana Paulino preparou. A repetir! Mas, na próxima, todos ajudamos!

Pôr do Sol nos Torrejais | Moura ao café… na horta

No próximo dia 10 de Outubro, numa iniciativa reservada às famílias inscritas no Núcleo PROVE de Moura, vamos ver o PÔR DO SOL NOS TORREJAIS, na horta do Manuel Paulino (Quinta dos Torrejais de Baixo, em Moura), onde são produzidas as hortofrutícolas que recheiam os nossos belos cabazes.

DSC_0119
DSC_0120
DSC_0121
DSC_0118

Os bairros de Moura, pelos alunos e alunas do 8ºC

“O meu bairro é o meu mundo”. Pelo menos era assim para todas a crianças em tempos já idos. Era nos bairros que elas se desenvolviam, brincavam e faziam as primeiras proezas fora da comodidade dos seus lares. Por excelência, o bairro estava instituído como o local onde se aprendia, onde se brincava e onde se conquistavam amizades de uma vida.

Turma do 8º ano da Escola Secundária de Moura participa!

As visitas por “bairros” de Moura têm como principal objectivo aumentar o conhecimento da cidade e fortalecer as ligações entre os residentes nas diversas zonas da localidade. São passeios pedestres guiados por pessoas nelas residentes, que dão a conhecer a sua perspectiva sobre a cidade, a vida no “bairro”, os principais locais de convívio e trabalho, aspectos do património construído ou cultural com relevância para que lá vivem, etc.

Para fazer deste um processo alargado, estabeleceu-se que se contactaria escolas, de modo a envolver jovens na construção inicial dos percursos e, consequentemente, na “interpretação” da sua cidade. Foram realizadas então algumas reuniões de trabalho com a Escola Profissional de Moura e a Escola Secundária com Terceiro Ciclo de Moura.

Os alunos e alunas de uma turma do 8º ano da Escola Secundária de Moura, sob coordenação da professora Lúcia Batista (Geografia), realizaram um conjunto de propostas de percursos na cidade, identificando elementos de interesse, com os quais se trabalhará para o desenho das visitas guiadas.

adidas eqt turbo red collection adidas eqt racing 9116 boost white green black green adidas eqt racing 91 footwear white green adidas eqt racing 91 16 boost black white adidas eqt racing 91 adidas eqt racing 91 returns primeknit uppers spring adidas eqt racing 9116 adidas eqt support 93 boost august 4th adidas eqt support 93 adidas nmd r1 2017 olive maroon porter adidas nmd chukka adidas nmd chukka black white red blue adidas nmd city sock white gum adidas nmd r1 black blue tab adidas nmd r1 blanch blue adidas nmd r1 red camo adidas nmd r1 boost nomad lush red camo black white adidas nmd r1 raw pink release date adidas nmd r1 raw pink adidas nmd r1 raw pink release date